Quem sou eu

Belém/Ribeirão Preto, Brazil
Amazônida jornalista, belemense papa-xibé. Mãe, filha, amiga... Que escreve sobre tudo e todos há décadas. Com lid ou sem lid e que insiste em aprender mais e mais... infinitamente... Até a morte

Aos que me visitam

Sintam-se em casa. Sentem no sofá, no chão ou nessa cadeira aí. Ouçam a música que quiser, comam o que tiver e bebam o que puderem.
Entrem...
Isso aqui está se transformando em um pedaço de mim que divido com cada um de vocês.
Antes de sair me dê um abraço, um afago e me permita um beijo.

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segunda-feira, 18 de fevereiro de 2008

Nem deu pra pensar ...

Os acontecimentos mais intensos, o corre-corre surgem para mim como excelentes oportunidades para não pensar demais, não me ver doente, não imaginar o que ainda está por vir. E este final de semana foi tudo de bom nesse sentido.
Primeiro saí com os filhos e marido na noite de sexta-feira para comer um churrasquinho como há muito não fazia. Só faltou a cerveja gelada, mas encarei bem a sua ausência. Nada de saudade ou melancolia. Um dia ainda tomo uma cerpinha de novo !
No sábado o fuzuê foi mais intenso. Começou com umas compras rápidas e um almoço na casa da amigona Ieda Jucá. Gosto muito de conversar com ela. Tem uma maturidade que no entanto não inibe os devaneios, as viagens, o voar. Entende-me como poucas pessoas e assina embaixo quase tudo o que penso e o que faço. Não apaticamente, mas com argumentos, considerações e exemplos de vida. Saio mais leve desses encontros. Tem se mostrado uma das pessoas mais presentes neste meu momento de vida. Não me surpreendo, mas serve de referência comparativa com outros amigos de quem esperava também um colo. Mas que não veio. Aprende-se sempre, mesmo com a dor.
Depois mais um curativo. Eles não terminam nunca. Quase tudo cicatrizado e de repente um grande pedaço de pele saí grudado no esparadrapo. Retorno aos curativos e ao incômodo. Mas nada que não seja superável.
Á noite a alegria tomou conta da nossa casa. Balões multicoloridos, bombons diversos, bolos, músicas infantis no som. O meu único sobrinho-neto, o Thomaz, neto da minha irmã Ruthlene estava completando dois anos e a festinha trouxe de volta os aniversários já distantes do Raul e Anaterra. Muita gente que não conhecia ou conhecia pouco, outras mais próximas e a alegria da garotada e do aniversariante com cada novo presente.
E o maior de todos os prazeres : a família reunida e harmoniosamente. Mamãe no papel de bisavó, Rulton, Socorro, Marcela e o charmosos e inteligente Leonardo e a Ruthlene , Thaís, Filipe e Thomaz. Só faltaram o Ruy, Dóris e Ana Júlia.
Um final de semana deliciosamente movimentado. Pouco tempo para pensar.