Quem sou eu

Belém/Ribeirão Preto, Brazil
Amazônida jornalista, belemense papa-xibé. Mãe, filha, amiga... Que escreve sobre tudo e todos há décadas. Com lid ou sem lid e que insiste em aprender mais e mais... infinitamente... Até a morte

Aos que me visitam

Sintam-se em casa. Sentem no sofá, no chão ou nessa cadeira aí. Ouçam a música que quiser, comam o que tiver e bebam o que puderem.
Entrem...
Isso aqui está se transformando em um pedaço de mim que divido com cada um de vocês.
Antes de sair me dê um abraço, um afago e me permita um beijo.

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terça-feira, 4 de dezembro de 2007

Um Natal diferente

Como diz o cartão virtual que comecei a enviar aos amigos, este Natal terá um gosto diferente pra mim. Um Natal reciclado, repaginado. Obviamente comprarei as lembrancinhas de sempre, me emocionarei com alguns comerciais, chorarei em outros, mas vou tentar me reciclar, ver este momento de grandes aquisições materiais, como uma oportunidade de reutilizar-me, de reestruturar-me, de não me desperdiçar.
Olhar bem lá dentro de mim e ver opções, alternativas, sonhos e planos que durante anos camuflei ou sufoquei. Sentimentos que evitei aflorar, prazeres que nem me permiti sentir como ficar mais tempo na cama assistindo o Bom Dia Brasil. Os compromissos assumidos durante as 12 horas do dia não me permitiam tal preguiça.
Até meu Papai Noel é reciclado. Ao contrário dos importados que cantam e se requebram, este ano tenho um feito com tampinhas de pet vermelhas, algodão baratinho e de gosto duvidoso. Mas é um Papai Noel.
Do velho se fez o novo.
Sem preconceitos, sem medo de enfeiar e não enfeitar, sem preocupação com os que observam e analisam .
Papai Noel sem tecnologia, mas que encanta.
Que pulsa, vive e não está contando os dias que faltam para o Natal de 2007 chegar e nem fará as contas de quantos meses faltarão para voltar a enfeitar a árvore simples e tosca em 2008.
Como eu, sem muitas contas, sem pressa. Apenas vivendo cada minuto, cada dia e brindando a cada um deles como se fossem os últimos.