Quem sou eu

Belém/Ribeirão Preto, Brazil
Amazônida jornalista, belemense papa-xibé. Mãe, filha, amiga... Que escreve sobre tudo e todos há décadas. Com lid ou sem lid e que insiste em aprender mais e mais... infinitamente... Até a morte

Aos que me visitam

Sintam-se em casa. Sentem no sofá, no chão ou nessa cadeira aí. Ouçam a música que quiser, comam o que tiver e bebam o que puderem.
Entrem...
Isso aqui está se transformando em um pedaço de mim que divido com cada um de vocês.
Antes de sair me dê um abraço, um afago e me permita um beijo.

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segunda-feira, 5 de novembro de 2007

Meu SUPERCARTÃO

Que belo presente ! Não pelo seu valor monetário, mas pelo simbolismo, pelo que ele representa. Ontem a Renata (a chefinha) e a Célia Libardi fizeram a entrega do SUPERCARTÃO que os colegas da área de Comunicação da Embrapa e que estavam no encontro em Brasília enviaram para mim.
É quase indescritível o que senti.
Uma paz enorme recheada de alegria, emoção, bem querer, poesia, doação, admiração, respeito,afago. É como se cada um tivesse me abraçado individualmente.
São mais de 50 bilhetinhos espalhados no enorme papelão. Uns mais longos como o do Robinson ("Os corredores deste hotel ficaram sem o cheiro teu, sem o odor de patichouli amazônico... Nossos debates ficaram sem uma voz forte, determinada em tocar em pontos que muita gente evita tocar ...Mas tudo bem : você está aqui em nossos corações e nas nossas mentes") ou mais concisos como os do Clênio ("Volte logo ! Saúde!") ou da Kátia ("Muita Luz. Amo você !).
Expressão materializada da união de pessoas tão diferentes, que vivem em lugares tão antagônicos, mas que estão unidos pelos mesmos objetivos, que buscam os mesmos resultados. O suficiente em um primeiro momento para se aproximarem e se aliarem. O tempo, porém, nos revela mais do que isso. Explicita identificações, similaridades e cria laços. Como os que sinto quando olho o SUPERCARTÃO.
Visualizo cada rosto, cada característica. São individualmente diferentes, mas sinto a força positiva que emana do grupo. A sinceridade contida nas palavras.
Não compareci ao encontro. Poderia ter ido, já que estou bem disposta, sem sentir dor ou qualquer outro tipo de incômodo. Mas estou evitando planos a médio/longo prazos. Preciso viver o presente. Meus planos são para no máximo amanhã.
Não seria uma boa companhia. Meu riso não seria tão espontâneo e freqüente. Minhas intervenções talvez não fossem tão convincentes e a minha contribuição insignificante.
Não sairia para tomar uma chope depois do dia cansativo e nem poderia saborear os excessos que sempre marcam esse tipo de encontro.
Seria uma Ruth pela metade.
O SUPERCARTÃO, contudo, demonstrou que eu estive semana passada em Brasília. Fui acariciada, acarinhada, colocada no colo por cada um dos que assinaram aquela emblemática demonstração de amizade e respeito.
Saibam que vocês me fizeram muito, muito feliz.
Obrigada !