Quem sou eu

Belém/Ribeirão Preto, Brazil
Amazônida jornalista, belemense papa-xibé. Mãe, filha, amiga... Que escreve sobre tudo e todos há décadas. Com lid ou sem lid e que insiste em aprender mais e mais... infinitamente... Até a morte

Aos que me visitam

Sintam-se em casa. Sentem no sofá, no chão ou nessa cadeira aí. Ouçam a música que quiser, comam o que tiver e bebam o que puderem.
Entrem...
Isso aqui está se transformando em um pedaço de mim que divido com cada um de vocês.
Antes de sair me dê um abraço, um afago e me permita um beijo.

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segunda-feira, 23 de junho de 2008

O texto da Brenda

Os que têm me acompanhado através desse blog sabem o quanto tenho enaltecido e sido grata a todos os amigos, colegas, conhecidos, vizinhos e parentes (meus e do Manoel) que têm, de uma diversidade enorme de formas, nos ajudado e transformado, principalmente esse último mês em uma fardo mais leve. São manifestações que nos preenchem e nos dão a certeza de que não estamos sós, que a torcida é grande, que a fé inabalável, que os corações, em momentos como esses, se unem e batem em um só acorde. Pessoas que são amigas de muitas décadas, outras que surgiram mais recentemente em nossas vidas. Outras que nem conheço bem, que a Internet colocou em nossos caminhos.
Os telefonemas e mensagens têm permitido que os contatos sejam mais freqüentes e nos dão a certeza da proximidade, da amizade, do carinho. Selecionei uma para, simbolicamente, homenagear e agradecer as todos vocês, a todos os que têm sido amigos de fato. Amigos que entendem o momento, que nos amparam, entendem nossas fraquezas, nossas oscilações de humor, nossas limitações, nossos medos, nossos sonhos, nossas lágrimas, nossos sorrisos.
A mensagem é linda e muito bem redigida.
A autora é uma jovem jornalista. Jornalista no sentido mais amplo e belo da palavra. Foi estagiária da Embrapa, durante algum tempo ficou conosco na Área de Comunicação. Sua competência, carisma, meiguice, delicadeza e educação a tornam um dos mais queridos filhos profissionais que já tive.
Emocionante e belo o texto da Brenda Taketa.

Oi D. Ruth, querida,
Me desculpe pela demora em escrever. Acho que, de certa forma, estava adiando a 'despedida' (por mais que, de coração, acredite que será temporária), para não repetir aquela sensação assustada - e devo confessar, esgoistamente triste - que me pegou, quando a senhora me abraçou na Embrapa ao anunciar a sua mudança.Quero lhe dizer que, profissionalmente, a senhora é uma dos maiores orgulhos e melhores alegrias assinaladas no meu currículo. Pessoalmente, uma das referências de ser humano que guardo em uma listinha especial, da qual poucos fazem parte, por sua incrível habilidade em cativar as pessoas com graça, leveza e simplicidade e pelos bons exemplos ao demonstrar sensibilidade sem deixar de ser forte, generosidade apesar das dificuldades e otimismo, mesmo quando o mundo não se mostra o melhor.Este 'até breve' segue com a grata certeza de que logo a senhora estará conosco, ocupando um espaço que é só seu (por mérito, direito, fato e competência) e nos brindando com o mesmo jeito falante, alegre, e bem-humorado. Talvez Deus tenha resolvido, por um tempo, agraciar os paulistas com a sua presença. Onde estiver, saiba que conta com a minha amizade, carinho, confiança e admiração. Também me coloco à disposição, para qualquer ocasião em que lhe possa ser útil.

Desculpe se pareço exagerada, mas quem convive com a senhora dificilmente não sente desta forma.

Fique bem.
beijos,

Brenda